é que eu sempre dividi o grupo. em cada uma das infinidades de fases pelas quais eu passei, notei isso. era sempre um maniqueísmo compulsório. as pessoas me taxavam. de certo, errado; legal, chato; útil, inútil. e eu sempre acreditei mais naqueles que me admiravam.
certa vez, percebi que, mesmo os que me admiravam, às vezes me criticavam, e eram contrários às posturas xiitas que eu defendia.
bom pra eles.
que conseguem se livrar daquilo que há de mais inerente a mim: a passionalidade.
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